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19 de agosto de 2019 segunda
11/04/2019 - 04:04:56

Dois novos casos de ameaças a massacre assustam pais e alunos

Por nota, que está circulando nas redes sociais, a direção da escola informou aos pais que as medidas estão sendo tomadas

Correio do Estado/ Foto: Bruno Henrique-Correio do Estado

escola
Depois do massacre em Suzano (SP) as escolas e os pais estão com medo e em alerta com todos os sinais de possíveis ataques. Nesta semana, dois casos de ameaças em escola causaram pânico em Campo Grande.

Na noite de ontem, quarta-feira (10) a polícia foi chamada para a escola Hércules Maymone, no bairro Itanhangá Park, pois havia um roteamento Wi-fi com o nome “MASSACRE HERCULES ÀS 20:30”. Funcionários e alunos entraram em pânico, mas a polícia, com a ajuda de um aplicativo, identificou o aluno que imediatamente confessou o ato e disse que escreveu "em tom de brincadeira". O jovem, de 18 anos, foi encaminhado para a Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) do Centro, teve o celular apreendido e foi liberado.

Esse caso não foi o único que causou tumulto. Na escola Paulo Freire, no bairro Chácara Cachoeira, um aluno do sétimo ano informou a um colega que estaria planejando um massacre. Segundo testemunhas, o menino já teria uma lista com o nome de alguns professores e alunos da escola e afirmou que usaria a arma do pai na sexta-feira, durante o período da aula, para realizar o ato.

Por nota, que está circulando nas redes sociais, a direção da escola informou aos pais que as medidas estão sendo tomadas. Além do afastamento temporário do aluno, os pais já foram comunicados que ele será revistado todos os dias para poder frequentar a escola. A direção fez um boletim de ocorrência para registrar a situação e todos os professores e funcionários foram orientados sobre as medidas a serem tomadas em relação ao aluno.

O comunicado que circula ainda diz: “A escola jamais deixou de cumprir seu papel de assegurar um ambiente seguro aos seus alunos [...] faz-se necessário lembrar que o aluno não pode ser expulso da escola sem que se cumpram todos os passos exigidos pelo regimento escolar, pois todo aluno menor de idade está respaldado e protegido por leis e a escola não pode infringir tais medidas protetivas.” conclui.

O Correio do Estado entrou em contato com a escola que informou que a diretora falará sobre o caso às 15 horas.

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