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Três Lagoas/MS

13 de julho de 2020 segunda
08/05/2020 - 02:05:52

Suzano valoriza a importância da família e apoia a maternidade em suas múltiplas faces

Por meio do Plural, a empresa tem trabalhado ativamente para combater qualquer tipo de preconceito

Assessoria de Comunicação

[caption id="attachment_77081" align="alignnone" width="620"] Com a família reunida, Myrtha comemora o emprego e reforça que o caminho para mães estrangeiras não é fácil[/caption]

Vivemos tempos desafiadores, onde as famílias estão isoladas em casa. Para a Suzano, o papel de quem cuida sempre é muito importante e, por isso, a empresa comemora a data do Dia das Mães com referência à Família, para valorizar aqueles que estão com as crianças, sejam eles mães, pais, avós, tios, pais adotivos ou até mesmo um amigo. Por meio de seu Grupo Plural, a Suzano acredita que, no Dia da Família, todos devem ser representados e homenageados.

O Grupo Plural tem buscado ainda ampliar cada vez mais a diversidade dentro das suas unidades e um dos pontos trabalhados é o da maternidade. “Na Suzano, olhamos talentos, não gênero. São competência, profissionalismo e valores que fazem a diferença para nós. E os resultados têm nos mostrado que estamos no caminho certo”, enfatizou Angela Aparecida dos Santos, gerente de Gente e Gestão da empresa.

De acordo com Angela, a história dos colaboradores resume a postura da Suzano em relação aos vários perfis de famílias. “Faz parte dos nossos valores olhar para além de etnia, gênero e orientação sexual, se é mãe, pai, ambos ou nenhum. E, para acolher a todos igualmente, buscamos trabalhar o Dia da Família. Os novos modelos familiares são muitos, e todos contam com o nosso respeito e apoio”, explica a gerente de Gente e Gestão. 

Sem rótulos

Luciene Sucato Scalfori, técnica em Celulose e Papel na Suzano, é uma das colaboradoras que vê na maternidade a oportunidade de trazer benefícios para as empresas. “O preconceito com mães no mercado de trabalho ainda é constante, mas a esperança vem de ações de empresas fortes como a Suzano, que não tem um olhar limitante para nós, mães, bem como para todos os perfis familiares. Se todas as empresas soubessem o quanto uma mulher é transformada e impactada positivamente pela maternidade, e o quanto isso poderia ser explorado para melhores resultados, a maternidade seria um diferencial e não um ônus”, destaca.

[caption id="attachment_77078" align="alignnone" width="620"] Luciene defende que a maternidade deve ser vista como um ponto positivo pelo mercado de trabalho[/caption]

Aos 38 anos, Luciene é formada em Administração de Empresas e pós-graduada em Gestão de Qualidade e Produtividade. Também é mãe de três filho: Rafael, “meu anjo que está no céu”, que teria 5 anos; Gabriel, de quase 4 anos, e Mariana de 8 meses. Todos nasceram quanto Luciene já trabalhava na Suzano, onde atua desde 2008. “A Suzano vê e trata as famílias com naturalidade por entender e valorizar os papeis familiares de seus colaboradores e que ser mãe, por exemplo, é mais um papel na vida da mulher e não rotular suas profissionais por esse motivo”, ressalta Luciene.

A visão de olhar para além de gênero também é defendida por Marina Sinicio de Barros, engenheira florestal. Aos 34 anos, Marina chegou a Três Lagoas em 2015 para conduzir o planejamento estratégico em um momento muito especial, de expansão da unidade, com a construção da segunda linha de produção da empresa na cidade.

“Assim como a Suzano, não acredito que gênero e maternidade sejam critérios para comparar profissionais. Ser um bom ou uma boa profissional está relacionado a fazer a diferença, trazer ganhos tangíveis e intangíveis, contribuir com as pessoas e estar conectado aos propósitos da organização. É fato que é mais difícil para mães (e pais) trabalharem fora do horário convencional, assim como as vezes também é difícil para outras pessoas (filhos que ajudam pais, avós, etc). Acredito que trazer resultado para empresa vá muito além de horário. Trazer resultado está relacionado à visão estratégica e foco ao que é relevante”, reforça.

Marina é mãe do Theo, de um ano, e teve de enfrentar dois desafios ao mesmo tempo, o da maternidade e de uma nova função dentro da empresa. Após retornar da licença maternidade, ela deixou a coordenação de PCP (Planejamento e Controle de Produção) para assumir o cargo de coordenadora de Logística Florestal.

[caption id="attachment_77079" align="alignnone" width="620"]Marina Marina ressalta que gênero e maternidade não são critérios de seleção[/caption]

“O processo de mudança de área após retornar da licença não foi fácil. Era aprendizado em casa (no universo de um bebê em constante evolução) e no trabalho (uma nova equipe, uma nova rotina e metas diferentes). Mas a maternidade é sábia, trouxe com ela um pacote de aprendizados ‘express’, que me ajudou muito. Voltei sentindo uma necessidade forte de me redescobrir como profissional”, recorda. 

Triplo desafio

Se para muitas mulheres, a maternidade é colocada como obstáculo pelo mercado de trabalho em geral, para Myrtha Branchedor, ajudante do Viveiro na Suzano, o desafio foi três vezes maior. Haitiana, ela chegou a Três Lagoas em 2013, grávida e sem falar português. Depois de deixar seu filho mais velho em sua terra natal, ela e o marido ficaram quatro meses no Equador. “Foi muito triste, terrível, mas Deus nos deu a vitória e conseguimos trazer nosso filho depois”, relembra.

Ela aproveitou o período de gestação para estudar e aprender a língua portuguesa, as novelas brasileiras ajudaram.  A busca por emprego, porém, foi não foi nada fácil. “Sempre é mais difícil para nós, tenho amigas que não encontraram até hoje”.

Antes de ingressar na Suzano, Myrtha teve outros empregos e, em um deles, foi vítima de racismo. “Por isso, amo a Suzano e agradeço a Deus por estar na empresa. Na Suzano, a gente tem valor, mulher, mãe, estrangeiro, qualquer pessoa. . Isso é muito bom”, reforça. Hoje, Myrtha é mãe de quatro meninos, Peterson Nelson (14 anos), Schwastenguer Theus (9 anos), Metzelder Theus (7 anos) e Mateus (5 anos).

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